Tarsila do Amaral
- Tarsila do Amaral, Casinhas e coqueiros. Desenho à grafite – 16 cm x 15 cm
- Tarsila do Amaral, Paisagem, desenho nanquim, X/XX , 24×30 cm
- Tarsila do Amaral, gravura em metal 85/100, Poema, 1972, Gravura em metal – 48x30cm
- Tarsila do Amaral, Antropofagia. Serigrafia – 33 x 44 cm
- Tarsila do Amaral, Carnaval em madureira, 1972, serigrafia, 40x34cm
- Tarsila do Amaral, Coqueiros, serigrafia , 42x34cm
- Tarsila do Amaral, Divas, técnica mista s/ papel, 52x38cm
- Tarsila do Amaral, Louvor a Natureza, P.A., serigrafia, 42x62cm
- Tarsila do Amaral, Figuras Femininas, guache s/ cartão, 48x38cm
- Tarsila do Amaral, Paisagem, desenho, 14 cm x 20,5 cm
- Tarsila do Amaral, Sol poente. Gravura – 18 cm x 26 cm
- Tarsila do Amaral, Paisagem com árvore. Desenho – 13 cm x 19 cm
- Tarsila do Amaral, Paisagem com animais. Desenho – 11 cm x 20 cm
Tarsila do Amaral (Capivari/SP, 1886 – 1973)
Pintora e desenhista. Influenciada por vanguardas europeias, especialmente pelo cubismo, cria um estilo próprio, explorando formas, temáticas e cores na busca por uma pintura de caráter tipicamente brasileiro. Passa a infância nas fazendas da família no interior de São Paulo e em 1902 vai à Espanha para completar os estudos no colégio Sacré Couer de Barcelona, onde se inicia nas artes. Em 1913, volta a São Paulo. Em 1916, trabalha no ateliê do escultor sueco William Zadig, com quem aprende a modelar. Em 1917, estuda desenho e pintura com o pintor Pedro Alexandrino, e conhece a pintora Anita Malfatti. Anos depois, faz aulas de pintura com o pintor alemão Georg Elpons, que lhe apresenta técnicas diferentes das acadêmicas.
Em 1920, Tarsila vai a Paris para entrar em contato com a produção europeia e se aperfeiçoar. Ingressa na Académie Julian, e também tem aulas com a pintora francesa Emile Renard. Tem os primeiros contatos com a arte moderna e a produção dos dadaístas e futuristas. Em junho de 1922, depois da Semana de Arte Moderna, volta ao Brasil para “descobrir o modernismo” no país. Conhece os escritores Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia, e com eles e Anita Malfatti funda o Grupo dos Cinco. Tarsila pinta com cores mais ousadas e pinceladas mais marcadas. Faz retratos de Mário de Andrade e Oswald de Andrade com cores expressionistas e gestualidade marcada.
Nas obras desse mesmo período, a geometria é abrandada. As formas crescem, tornam-se orgânicas e adquirem características fantásticas, oníricas. Telas como O Ovo, O Sono e A Lua, todas de 1928, compostas de figuras selvagens e misteriosas, aproximam Tarsila do surrealismo. A partir de 1933, seu trabalho passa a ter uma aparência mais realista. Influenciada pela mobilização socialista, pinta, no mesmo ano, quadros como Operários e 2ª Classe, que apresentam uma preocupação com as mazelas sociais.
Tarsila do Amaral figura como um grande nome da pintura no cenário internacional, representando uma arte genuinamente brasileira ao contemplar elementos, temáticas e narrativas populares que constituem a identidade nacional forjada inicialmente pelo movimento modernista.
Fonte: Itaú Cultural.
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