Maria Lídia Magliani
- Maria Lídia Magliani, Figuras. Acrílica s/ tela – 60 cm x 77 cm
- Maria Lídia Magliani, Encontros numa esquina, 1980. Litografia – 68 cm x 48 cm
- Maria Lídia Magliani, Grito III. Giz pastel – 53 cm x 76 cm
- Maria Lídia Magliani, O pássaro, 1993. Acrílica s/ tela – 88 cm x 116 cm
- Maria Lídia Magliani, Retrato falado, 1981. Giz pastel – 60 cm x 90 cm
- Maria Lídia Magliani, Rostos. Acrílica s/ eucatex – 37 cm x 56 cm
- Maria Lídia Magliani, Amarras, 1976. Óleo s/ tela – 80 cm x 50 cm
- Maria Lídia Magliani, Rosto, 1985. Técnica mista s/ papel – 50 cm x 70 cm
- Maria Lídia Magliani, Minas Gerais, 1990. Óleo s/ papel – 37 cm x 54 cm
- Maria Lídia Magliani, Nosferatu. Nanquim s/ papel – 18 cm x 15 cm
- Maria Lídia Magliani, Sem título, 1987. Acrílica s/ tela – 120 x 120 cm
- Maria Lídia Magliani, A mulher no sofá e algumas preocupações, 1982. Técnica mista s/ papel – 76 cm x 55 cm
- Maria Lídia Magliani, São Paulo, 1982. Técnica mista s/ papel – 57 cm x 77 cm
- Maria Lídia Magliani, Mulher de óculos, 1982. Técnica mista s/ papel – 54 cm x 76 cm
Maria Lídia dos Santos Magliani (Pelotas/RS, 1946 – Rio de Janeiro/RJ, 2012)
Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora, figurinista, cenógrafa. Magliani, como era conhecida, cursou artes plásticas (1963-1967) e pós-graduação em pintura (1967-1968) na Escola de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, sendo a primeira mulher negra a formar-se na instituição. Em 1966, realizou sua primeira exposição individual na Galeria Espaço. Em 1974, faz o curso de aperfeiçoamento em litografia, no Ateliê Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Como ilustradora, colaborou com jornais e desenvolveu capas de livros, entre eles “O inventário do irremediável’, do escritor e amigo Caio Fernando Abreu. Na pintura, os temas de engajamento feminista surgem em imagens criadas com gestos largos. Para a curadora Denise Mattar (2004), “sua criação se insere num expressionismo sangrento, que choca e fere os desavisados e os sectários.” Ao longo de sua carreira, a artista realizou exposições individuais e participou de coletivas. Em 2013, um ano após sua morte, a Pinacoteca Aldo Locatelli, em Porto Alegre, homenageou a artista com a mostra “Magliani: A Solidão do Corpo”.
Em 1980 transferiu-se para São Paulo; ficou um período em Minas Gerais e, a partir de 1997, mudou-se para o Rio de Janeiro.
Fonte: Projeto Afro.
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