Fulvio Pennacchi
- Fúlvio Pennacchi, Sem título, 1986. Serigrafia 42/195 – 38 cm x 57 cm
- Fúlvio Pennacchi, Aldeia com balão. Acrílica s/ eucatex – 30 cm x 40 cm
- Fúlvio Pennacchi, Feira. Serigrafia 47/130 – 37 cm x 71 cm
- Fúlvio Pennacchi, Grafitti, 1980. Aquarela s/ papel – 14 cm × 6 cm
- Fúlvio Pennacchi, Família. Gravura em metal – 48 cm x 68 cm
- Fúlvio Pennacchi, Os músicos. Gravura em metal,P.A 8/20 – 30 cm x 20 cm
- Fúlvio Pennacchi, Meninos. Técnica mista -11,5 cm x 8 cm
- Fúlvio Pennacchi, Meninas. Técnica mista – 11 cm x 8 cm
- Fúlvio Pennacchi, Trabalhadores. Técnica mista – 12 cm x 9 cm
- Fúlvio Penacchi, Ciranda na Toscana, 1986. Óleo s/ duratex – 50 cm x 40 cm
- Fúlvio Penacchi, Duas figuras. Guache s/ papel
- Fúlvio Penacchi, Dois homens, 1980. Guache s/ papel – 19 cm x 8 cm
- Fúlvio Pennacchi, Menina sentada. Desenho – 16 cm x 10 cm
Fulvio Pennacchi (Toscana/Itália, 1905 – São Paulo/SP, 1992)
Pintor, ceramista, desenhista, ilustrador, gravador, professor. Em 1924, muda-se para Lucca e inicia sua formação artística freqüentando o Regio Istituto di Belle Arti (atual Istituto Superiore Artistico A. Passaglia), onde tem aulas com o pintor Pio Semeghini (1878 – 1964). Muda-se para São Paulo em 1929 e dedica-se à diferentes atividades até 1933, quando passa a auxiliar Galileo Emendabili (1898 – 1974) na execução de monumentos funerários. Em 1935, conhece Francisco Rebolo (1902 – 1980), passa a freqüentar seu ateliê e convive com os artistas do Grupo Santa Helena. No ano seguinte, indicado por Emendabili, trabalha como professor de desenho geométrico e artes no Colégio Dante Alighieri. Nessa mesma época integra a Família Artística Paulista – FAP e inicia a produção de painéis em afresco e óleo para residências, igrejas hotéis e outras edificações, destacando-se os afrescos de grandes dimensões para a Igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Glicério, executados entre os anos de 1941 e 1948. A partir de 1952, pesquisa técnicas de policromia em cerâmica. Em 1965, inicia um período de recolhimento e mantém-se afastado das exposições e do circuito artístico. Em 1973, reabre seu ateliê e recebe diversas homenagens no Brasil e na Itália. Nesse mesmo ano conhece a ceramista Eunice Pessoa e com ela desenvolve um um grande número de peças, expostas em 1975. Sem nunca ter abandonado as atividades artísticas, volta a figurar em diversas mostras e continua a produzir painéis em afresco. Em 1980, Pietro Maria Bardi (1900 – 1999) publica um livro sobre sua obra. Nove anos depois, é lançado, pela editora Gema Design, o livro Ofício Pennacchi, organizado por Valério Antonio Pennacchi, responsável também pela publicação, em 2002, do livro Fulvio Pennacchi: Pintura Mural, editado pela Metalivros.
Fonte: Itaú Cultural.
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