Carybé
- Carybé, Mãe baiana. Escultura em bronze – 50,2 cm x 28 cm
- Carybé, Pescadores/Pescadoras. Acrílica s/ eucatex – 34 cm x 49 cm
- Carybé, Nu. Escultura em bronze – 25 cm x 14 cm
- Carybé, Amazonas. Escultura em bronze patinado – 38 cm x 38 cm
- Carybé, Sem título. Serigrafia com intervenção 12/20 – 29 cm x 24 cm
- Carybé, Os acrobatas. Serigrafia 64/180 – 70 cm x 95 cm
- Carybé, Sem título, 1973. Litografia – 45 cm x 31 cm
- Carybé, Abacaxis. Nanquim s/ papel – 23 cm x 15 cm
- Carybé, Figuras, 1971. Gravura guacheada – 45 cm x 30 cm
- Carybé, Feira. Nanquim s/ papel – 23 cm x 14 cm
- Carybé, Jangada. Gravura – 50 cm x 32 cm
- Carybé, Pessoas. Nanquim s/ papel – 22 cm x 21 cm
- Carybé, Bahia (com dedicatória a Jorge Amado). Litogravura – 46 cm x 52 cm
- Carybé, Vendedores de Coco. Nanquim aquarelado – 36 cm x 26,5 cm
- Carybé, Bate papo, 1986. Acrílica s/papel colado com duratex – 50 cm x 36 cm
- Carybé, Cavalos, 1984. Óleo s/ tela – 73 cm x 50 cm
- Carybé, Pescaria. Acrílica s/ papel colado com duratex – 51 cm x 36 cm
- Carybé, Bate papo. Serigrafia 68/200 – 50 cm x 67 cm
- Carybé, Mulheres buscando água. Acrílica s/ eucatex – 49 cm x 34 cm
- Carybé, Festa. Gravura H.C – 35 cm x 50 cm
- Carybé, Duas mulheres. Placa em ferro – 77 cm x 60 cm
- Carybé, Cavalgada, 1982. Óleo s/ tela – 50 cm x 70 cm
- Carybé, Vaqueiros. Óleo s/ cartão – 28 cm x 41 cm
- Carybé, Mulheres, 1987. Guache e vinil s/ cartão – 35 cm x 50 cm
- Carybé, Cavalos, 1981. Guache s/ papel – 26 cm x 34 cm
- Carybé, Pessoas. Serigrafia 70/200 – 33 cm x 48 cm
Hector Julio Páride Bernabó (Lanús/ARG, 1911 – Salvador/BA, 1997)
Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, mosaicista, ceramista, entalhador, muralista. Frequenta o ateliê de cerâmica de seu irmão mais velho, Arnaldo Bernabó, no Rio de Janeiro, por volta de 1925. Entre 1941 e 1942, viaja por países da América do Sul. De volta à Argentina, traduz com Raul Brié, para o espanhol, o livro Macunaíma, de Mário de Andrade (1893 – 1945), em 1943. Nesse mesmo ano, realiza sua primeira individual na Galeria Nordiska Kompainiet, em Buenos Aires. Em 1944, vai a Salvador, e se interessa pela religiosidade e cultura locais. No Rio de Janeiro, auxilia na montagem do jornal Diário Carioca, em 1946. É chamado pelo jornalista Carlos Lacerda (1914 – 1977) para trabalhar no jornal Tribuna da Imprensa, entre 1949 e 1950. Em 1950, muda-se para Salvador para realizar painéis para o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, com recomendação feita pelo escritor Rubem Braga (1913 – 1990) ao secretário da Educação do Estado da Bahia, Anísio Teixeira (1900 – 1971). Na Bahia, participa ativamente do movimento de renovação das artes plásticas, ao lado de Mario Cravo Júnior (1923), Genaro (1926 – 1971) e Jenner Augusto (1924 – 2003). Em 1957, naturaliza-se brasileiro. Publica, em 1981, Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, pela Editora Raízes. Ilustra livros de Gabriel García Márquez (1928), Jorge Amado (1912 – 2001) e Pierre Verger (1902 – 1996), entre outros.
Desde de 1950, quando fixa-se definitivamente em Salvador, Carybé interessa-se especialmente pela religiosidade e pelos costumes locais e também pelo cotidiano de pessoas humildes, como pescadores, vendedores ambulantes, capoeiristas, lavadeiras e prostitutas, temas constantes em sua produção. Como aponta o crítico Flávio de Aquino, o artista apresenta, em suas aquarelas, cores mais rebaixadas e esmaecidas, que se avivam nos quadros a óleo, como, por exemplo, naqueles em que representa as feiras populares do interior da Bahia.
Para o historiador da arte José Roberto Teixeira Leite, Carybé é um desenhista que possui agilidade de execução e consegue captar em seus trabalhos o essencial de uma forma ou de um movimento. O artista realiza ainda diversos painéis, a exemplo do que se encontra no Aeroporto J. F. Kennedy, de Nova York, no qual trabalha com materiais diversos, e daquele realizado para o Banco da Bahia, composto por 27 pranchas esculpidas em cedro representando os orixás do candomblé
Fonte: Itaú Cultural.
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