Alexandre Rapoport
- Alexandre Rapoport, Zebras. Desenho guacheado – 96 cm x 50 cm
- Alexandre Rapoport, Figuras. Acrílica s/ eucatex – 50 cm x 35 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com banjo, 1998. Técnica mista s/ papel – 29 m x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com clarinete, 1997. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com saxofone, 1998. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com tambor, 1998. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com trompete, 1998. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Moça com buquê de flores, 2005. Guache s/ cartão – 48 cm x 33 cm
- Alexandre Rapoport, O grande malabarista. Óleo s/ tela – 70 cm x 50 cm
- Alexandre Rapoport, Palhaço, 1977. Acrílica s/ eucatex – 24 cm x 14 cm
- Alexandre Rapoport, Ciclistas no bosque II, 1964. Acrílica s/ tela – 64 cm x 45 cm
- Alexandre Rapoport, Três músicos, 1972. Desenho a giz pastel – 46 cm x 31 cm
- Alexandre Rapoport, Figuras, 2002. Técnica mista s/ papel – 20 cm x 29 cm
- Alexandre Rapoport, Figuras. Aquarela – 66 cm x 44 cm
- Alexandre Rapoport, Dois músicos, 1986. Desenho a giz pastel – 32 x 44 cm
- Alexandre Rapoport, Os amantes, 1978. Óleo s/ tela – 35 cm x 25 cm
- Alexandre Rapoport, O clarinetista. Acrílica s/ tela – 50 cm x 40 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com flauta, 1994. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
- Alexandre Rapoport, Homem com viola, 1997. Técnica mista s/ papel – 29 cm x 20 cm
Alexandre Rapoport (Rio de Janeiro/RJ, 1929)
É pintor, arquiteto, desenhista e gravador brasileiro.
Autodidata, começou a pintar na Faculdade de Arquitetura, antes do final da década de 1950. Estudou desenho com Ubi Paiva e, enquanto estudante, assistiu às aulas de gravura de Raymundo Cella, na Escola Nacional de Belas Artes. Teve contato com Cândido Portinari, cujas influências permeiam sua obra até hoje. Ainda na década de 50 ganhou a “Menção Honrosa” no Salão Nacional de Belas Artes.
De 1956 até aproximadamente 1972, dedicou-se também ao desenho industrial, expondo no Brasil e exterior. Além do Brasil, possui trabalhos em diversas coleções particulares e instituições públicas, em Roma, Viena, Zurique, Nova Iorque, Tóquio, Paris, Buenos Aires, Antuérpia, Washington e Jerusalém.
É considerado um surrealista, e sua obra tem grande fama e liquidez. Participou de diversas exposições coletivas, com pinturas, desenhos e gravuras no Museu Nacional de Belas Artes e no Ministério da Educação e Cultura. Durante o período de 1953 a 1966 lecionou como professor de composição decorativa na Faculdade Nacional de Arquitetura da Universidade do Brasil, atual FAU-UFRJ. Desde 1956 até aproximadamente 1972 dedicou-se também ao desenho industrial, expondo no Brasil e exterior.
Artista surrealista, com formas desfocadas como que em movimento. São olhos que se mexem, personagens com instrumentos musicais, rostos que viram pro lado, casais que dançam. Suas peças têm um quê onírico, trazendo à tona o papel do inconsciente nas tarefas criativas. Mescla, para tanto, o figurativo e o abstrato; a representação e a imaginação.
Fonte: Catálogo das Artes.
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